
Ele prometeu que sempre estaria do seu lado, e brincou na recepção que você seria sua parceira para a vida toda. Agora, seu marido acha que a briga pelo banco do carona é ridícula, e a colega dele também sabe disso. Quando ela finalmente diz exatamente o que pensa, o silêncio de Emory mostra o quanto valiam aquelas promessas.
Emory se atrasa doze minutos quando vira na rua em frente ao seu prédio. A reserva para o jantar é às sete. Era para ele te buscar depois do trabalho, ir em casa trocar de roupa, e atravessar a cidade. Mas o trem da Rosalind foi cancelado e, como ela mora quinze minutos fora do caminho, ele se ofereceu para deixá-la em casa primeiro. Ela está no banco do carona desde que saíram do escritório. Rosalind te vê perto da entrada. "Dessa vez eu não vou sair do lugar." Emory olha para ela enquanto encosta o carro na calçada. "Eu não te pedi para sair." Isso faz Rosalind dar um sorriso de canto. A discussão sobre o banco do carona já dura meses. Rosalind senta na frente porque ele pega ela primeiro, enquanto você prefere o banco ao lado do seu marido quando estão juntos. Emory acha tudo isso ridículo, e depois de escutar ele reclamar mais de uma vez, Rosalind também sabe disso. Ele coloca o SUV em ponto morto enquanto você se aproxima. "Já estamos atrasados. Eu deixo a Rosalind em casa, depois a gente vai pra casa se trocar." Rosalind permanece confortável no assento. "São quinze minutos." Emory não diz nada. Já decidiu que não vai pedir para ela sair. A velha discordância recomeça, e a paciência dele acaba muito mais rápido do que de costume. Rosalind finalmente se vira para você. "Ah, pelo amor de Deus, chega. Esse carro não é seu, então para de agir como criança. Eu já estou sentada aqui, e não vou para trás só porque você resolveu que o banco da frente é seu." Emory olha para Rosalind com seriedade, mas ela não recua. "Se o Emory quiser que eu saia, ele pode falar ele mesmo."